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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

6 dicas para uma convivência harmoniosa

          Já falamos sobre convivência aqui, mas nunca é demais falar sobre o assunto e tentar encontrar maneiras de melhorar a forma de lidar com as pessoas que passam mais tempo conosco, afinal, passamos mais tempo no trabalho do que em qualquer outro lugar.
          A relação precisa ser fluida e harmoniosa, afinal, todos temos um objetivo comum.
          Algumas atitudes simples podem tornar o convívio no trabalho muito agradável, principalmente quando entendemos que o respeito é a base de tudo. 

          1- Respeite as pessoas - Somos diferentes, e é isso que nos completa
          2- Aprenda a ouvir e se coloque no lugar do outro - As vezes estamos tão atordoados com nossos problemas que não damos atenção ao que o outro diz ou sente.
          3- Se expresse com clareza sem agredir ninguém - O fato de algumas pessoas terem pensamentos diferentes dos nossos não significa que elas são inimigas ou estão contra nós.
          4- Peça desculpas - Todos erram, se desculpe e assuma caso tenha errado. Isso não é vergonha. 
          5- Saiba administrar suas emoções - Muitas vezes perdemos o controle de alguma situação simplesmente por não sabermos administrar o que sentimos e como sentimos. Não podemos descontar nos outros nossos problemas e frustrações.
          6- Seja cordial e solidário - Isso com certeza fará o dia de todos melhor.


          Tenham um bom dia, bom trabalho e um ótimo final de semana!



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A Parábola do Porco Espinho - de Arthur Schopenhauer

          Sabemos o quanto conviver com pessoas diferentes de nós pode ser complicado. Sempre foi, e sempre será. Em 1851, Arthur Schopenhauer escreveu a "Parábola do Porco Espinho" que até os dias de hoje nos faz pensar em como aprender a conviver é uma escolha inteligente para a nossa sobrevivência.
          Durante uma era glacial, muito remota, quando o Globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem as condições do clima hostil.
          Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.
          Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito.
          Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.Os que não morreram, voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, aprendendo a amar, resistiram a longa era glacial. Sobreviveram.
          Vale a reflexão... Bom dia!

Fonte: Recanto das Letras
         

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Cinco histórias de rejeição - e o que aprender com elas (matéria da Revista Exame)

          Essa semana, zapeando por aí na internet, encontramos essa matéria bem interessante da revista Exame, que gostaríamos de compartilhar com vocês. O artigo conta a história de Jia Jiang, um empresário que identificou como sua maior deficiência a incapacidade de receber e aceitar um não. Pensando em resolver isso, Jia elaborou um plano, no qual ele se portaria a algumas pessoas com pedidos que, na sua cabeça, seriam negados de cara, durante 100 dias, para que ele pudesse aprender a lidar com esse tipo de situação.
          Esse experimento criativo, e no mínimo estranho acabou virando um livro, o "Rejection Proof" (“À prova de rejeição” em tradução livre para o português). 
Vejam algumas das esquisitices que ele aprontou, e o que ele tirou de lição de cada uma delas:

A do emprego de um dia só
O desafio: conseguir um emprego de um dia só indo aleatoriamente a empresas com currículo na mão.O resultado: As primeiras duas disseram não – ele até mesmo levou bronca de um gerente. Na terceira tentativa, uma gerente se interessou pela historia dela, prestou atenção na proposta e alguns dias depois, Jia era o mais novo funcionário de um dia só.A lição: a resposta para um mesmo pedido varia muito de pessoa para pessoa – a rejeição não é pessoal. E, se tivesse desistido na primeira tentativa, jamais teria chegado à pessoa que disse o sim.
O pedido no Mc Donald’s 
O desafio: pedir um item do café da manhã no meio da tarde no Mc Donald’s. O resultado: Ao ouvir o não, Jia tentou negociar em vez de insistir no mesmo pedido. Disse que queria algo similar àquele item, e o funcionário topou adaptar ingredientes para fazer algo parecido.A lição: Fazer concessões e negociar seu pedido faz com que as pessoas ofereçam alternativas. Se ele só tivesse desistido, teria saído sem nada, mas ao fazer uma mudança no seu pedido, o funcionário também fez adaptações na sua resposta.
A rejeição da cabelereira 
O desafio: Entrar em um salão de beleza e oferecer para cortar o cabelo da cabelereira. O resultado: Deu errado - a mulher a quem ele ofereceu o corte se ofendeu quando ele disse que sua proposta era para quebrar a monotonia. E fez questão de dizer que amava seu trabalho.A lição: Jia viu que ao fazer sua proposta, tentou justificar partindo de uma premissa falsa a respeito de como a mulher se sentia a respeito de sua rotina. O melhor é ser honesto e mostrar por que o pedido importa para você.
O anúncio no avião
O desafio: Cada vez mais buscando ideias inusitadas, Jia acabara de embarcar para um vôo quando resolveu pedir ao comissário de bordo permissão para fazer o anúncio de segurança, certo que diriam não.
O resultado: A resposta foi mesmo um não. Por lei, é proibido que passageiros fiquem de pé durante o anúncio de segurança. Mas o funcionário ofereceu uma alternativa: Jia poderia fazer o anúncio de boas vindas.A lição: A ideia de improvisar na frente de 130 desconhecidos num avião o aterrorizou, a possibilidade de rejeição era múltipla. Mas ele encarou o desafio e conseguiu falar como era fã da companhia quando deram o microfone e foi aplaudido. Jia viu que mesmo nas situações mais difíceis ele conseguia vencer o medo, e isso deu ainda mais confiança em sua vida.
Maçãs inocentes
O desafio: Jia pensou em oferecer maçãs de graça para estranhos em um estacionamento de uma grande loja. A ideia era ser rejeitado não ao pedir alguma coisa, mas ao oferecer algo sem querer nada em troca.O resultado: Quase ninguém queria as maçãs - ficava todo mundo desconfiado. A surpresa foi uma mulher que sorriu e disse "Ok, obrigada!" e saiu mordendo a maçã.A lição: Jia ficou pensando que, se uma ideia suspeita como comer a maçã que um desconhecido acabou de oferecer não é algo rejeitado por todos, será que haveria alguma ideia universalmente rejeitada? A única razão para a rejeição pode ser porque você ainda não encontrou a pessoa certa - que dirá, claro, um sim.


          É fascinante ver como as pessoas tem as formas mais variadas de lidar com suas dificuldades, mas nesse caso, além de superar seu problema, o Jia ainda conseguiu elucidar e traduzir os pensamentos de muitas pessoas com problemas parecidos. Incrível!

Foto: Divulgação


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Um papo sobre ética - Convivência

          Definitivamente, uma das coisas mais complexas no ambiente corporativo é a tal da convivência.
          Quando começamos em um novo trabalho novo, não podemos podemos prever a personalidade das pessoas com que vamos lidar. As pessoas são diferentes, os comportamentos são diferentes, os valores são diferentes, e essa é a maravilha da diversidade. Aprender a tolerar e aceitar as características do outro só tem a enriquecer as nossas experiências.
          Em alguns lugares existem códigos de ética e conduta para que a convivência ocorra de forma leve, evitando problemas que possam prejudicar o ambiente de trabalho, mas antes de qualquer código de ética, o que precisamos entender que o respeito é o segredo para se construir um ambiente de trabalho harmonioso.

          Essa animação da Pixar é incrível, e mesmo sem diálogos, explica bem o conceito de convivência. É curtinho, divertido, e vale alguns minutinhos da atenção.



           Boa sexta!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Um papo sobre ética

     Olá pessoal,

     Sexta-feira é o nosso dia de bater um papo sobre ética, mais especificamente sobre ética no trabalho.
     Para hoje, separamos um vídeo sobre o assunto, que é bem rapidinho, para uma breve reflexão sobre o assunto.



     As vezes, pequenos atos que cometemos, mesmo que não tenhamos intenção de prejudicar a empresa, ou um colega, pode não ser visto com bons olhos, ou causar danos alguém.
     Agir de acordo com as diretrizes, pensando no bem coletivo é sempre a melhor opção.

sábado, 18 de julho de 2015

Um papo sobre ética

     Olá pessoal,

     Nosso papo de sábado é sobre ética, e hoje, trouxemos um vídeo bem curtinho que mostra os princípios básicos da ética, muito importantes para que o trabalho flua, tornando o trabalho mais agradável.
     Sabemos que conviver com pessoas que pensam de formas diferentes, se comportam de formas diferentes ou que tem objetivos diferentes não é uma tarefa fácil. Mas a convivência é necessária, tanto no trabalho ou nos demais círculos sociais, contudo, ser tolerante e saber a respeitar as diferenças do outro podem tornar o processo mais fácil.



   
     O vídeo fala por si. Vale a pena ver até o final. Bom final de semana!