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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Gadget de Quinta: Conheça o RePhone, o smartphone de montar

          Antigamente, pais presenteavam seus filhos com joguinhos de montar, mas como a tecnologia tem avançado de de forma cada vez mais veloz, num futuro bem próximo, smartphones substituirão os tais joguinhos. Parece brincadeira, mas não é não, basta conhecer o RePhone, um dos primeiros smartphones modulares do mundo, para acreditar que isso possa realmente acontecer um dia.
          O gadget, criado pela empresa Seed, acaba de ser lançado na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, e tem como promessa ser uma opção barata e personalizada de celular, que utiliza uma tecnologia pequena e conexões móveis.
          O smartphone em si é uma placa com suporte a um cartão SIM e Bluetooth, possibilitando transformar qualquer objeto em um celular: coleira de cachorro, bicicletas ou qualquer outra coisa que tenha o tamanho da peça de hardware. Além disso, módulos de câmera, áudio, touchscreen, NFC e muitos outros componentes, podem ser acoplados através de um cabo flat simples.
          O RePhone pode ser programado em C/C++, Lua e Javascript, suporta as bibliotecas da IDE do Arduino e oferece uma interface de soltar e arrastar para pessoas que não tenham conhecimento de linguagens de computador.
          O kit básico custa US$ 12 (R$ 50) e vem apenas com a placa principal com GSM, mas há uma versão completa – que combina todos os equipamentos – pelo valor de US$ 39 (R$ 160). É no mínimo curioso! 

          Pare ler mais sobre o RePhone, clique aqui.





Fonte: Techmundo

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Made in China - smartphones maioria são chineses

Vejam que dados interessantes a Exame levantou:

O mercado mundial de smartphones foi abastecido com 1,167 bilhão de unidades em 2014, um crescimento de 25,9%, segundo relatório da TrendForce divulgado nesta terça-feira, 20.
Mais uma vez, o destaque foi a China, com 453,4 milhões de aparelhos nesse período.
E os fornecedores chineses responsáveis por 40% do total global, representando seis das dez maiores marcas de smartphones.
Mesmo com essa força, as fabricantes chinesas somadas ainda não são maiores do que os dois grandes nomes da indústria no ano passado: Samsung, a líder, e a Apple, que juntas somaram 518 milhões de unidades enviadas ao mercado.
Ainda assim, a sul-coreana enfrentou dificuldades em 2014, com queda de market share de 32,5% para 28%.
Seu crescimento no abastecimento foi de 8,4%, totalizando por volta de 326,4 milhões de unidades.
A Apple, por sua vez, manteve o crescimento de 24,5% (atribuído à entrada da marca no mercado de phablets com o novo iPhone 6 Plus) e totalizou 191,3 milhões de unidades no mundo, com uma participação de mercado de 16,4%.
A Lenovo, já contando com a Motorola, conseguiu mais do que dobrar a quantidade de aparelhos enviados ao mercado, com 90 milhões de unidades.
Segundo a TrendForce, a companhia ficou em primeiro entre os fornecedores de handsets chineses e terceiro no mundo.
A também chinesa Xiaomi, por sua vez, mais do que triplicou seu desempenho, registrando 60 milhões de unidades e alcançando a sexta posição no geral.
Já a sul-coreana LG aumentou em 75,4% a quantidade de smartphones enviados ao mercado, com 70 milhões de unidades.
Essa foi a mesma quantidade de dispositivos contabilizados para a Huawei, que registrou crescimento anual de 70% e ficou em quinto lugar no mundo.
Componentes
A TrendForce nota que a Qualcomm conseguiu mais mercado na China por conta da maior adoção de smartphones 4G naquele país (20% de penetração em 2014 e estimativa de mais do que 40% em 2015), conseguindo ameaçar a posição de liderança da MediaTek.
De acordo com a empresa de pesquisas, a fornecedora de chipsets norte-americana possui plataformas de 4G com melhor preço e mais alinhada com os clientes chineses.
Vale notar, porém, que a companhia enfrenta investigação de órgãos antitrustes na China."